Esse Setembro foi diferente dos outros anos.Passou rápido e devagar ao mesmo tempo.Entre dias ensolarados e chuvosos.Mês contrastante.
Bateu um vento, moveu a planta, fez um balanço...
Em casa, chego feliz, tenho minha companhia de volta, minha mãe voltou.
Ao sair pela rua, agora me lembro de ter cuidado.Fui assaltada de novo.
Quando tenho que me relacionar, o sorriso deve vir primeiro.Trabalhei com publico.
Se precisei dar minha opinião, ela foi incisiva, cortante.Se omiti, foi para não aprofundar o corte em mim e quem ouve.
Dor? Não sei se me livrei ou se me acostumei.
Desejo? Supri com corpos sem identidade.
Estudei pouco.
Li pouco.
Vi poucos filmes.
Controlei o choro.
Pensei muito.
Aprendi muito.
Não escolhi musica que pudesse ser tema.
Setembro está se despedindo. Eu sei que sete dá sorte.Embro talvez.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
you belong to me
"I can't save your life
Though nothing I bleed for is more tormenting
I'm losing my mind and you just stand there
And stare as my world divides"
o importante...
não são quantas pessoas telefonam pra você, nem com quem você saiu ou está saindo. Também não importa se você nunca namorou ou com quem namorou. O importante não é quem você beijou. O importante não são seus sapatos, nem seus cabelos, nem a cor da sua pele, nem onde você mora, que esporte você pratica ou o colégio que freqüenta. Na verdade, o importante não são suas notas, seu dinheiro, suas roupas ou se passou na faculdade. Na vida, o importante não é ser aceito ou não pelos outros. O importante na vida é quem você ama e quem você fere. É como você se sente em relação a você mesmo. É confiança, felicidade e compaixão. É ficar do lado dos amigos e substituir o ódio por amor. O importante na vida é evitar a inveja, não querer o mal dos outros, superar a ignorância e construir a confiança. É o que você diz e o significado de suas palavras. É gostar das pessoas pelo que elas são e não pelo que têm, fingem ou pretendem ser. Isso é o importante.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Pierrot

"O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, cara branca e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é representado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade."
Quero saber por que nasci com essa força?Essa força de recomeço, de falta de apego, de até ficar triste pela perda, mas antes sabê-la necessária.
A franqueza me é indispensável.E a tristeza é efêmera e também necessária.Aquela convivência entre o riso e o choro.Sou pierrot.
Beija-Flor circense
Não faz muito tempo eu estava triste e frustrada com algumas coisas.Ainda considero futilidade essa necessidade de me sentir mal por tão pequeno desencontro perto dos problemas do mundo, mas já aprendi que certos sentimentos a gente não pode controlar.
Depois de tanta cara feia pra vida, eu tava passando sem esperança, por um oasis carioca no meio da avenida brasil.Quem é conhecedor, sabe que lá tem um castelo e alguma diversidade de plantas.
Bem, eis que vejo a Flor.
Parei o meu trabalho para contemplá-la:tão linda, tão encantadora.Como eu havia te deixado passar da primeira vez?Não tinha reparado sua presença no canteiro.
Você se abriu, colorida e festejante.A música tocava e eu ficava cada vez mais envolvida, não parei de prestar atenção.Tentei fazer tipo e olhar para os outros, tão coloridos e viventes seres que lhe cercavam, mas nenhum era tão magnético quanto você.
Mesmo com a luz nos seus olhos, acho que me viu também ou seria pretensão minha? Não sei.
Parecíamos trocar esse olhar incessantemente, isso me extasiava.Até que você sutilmente piscou.
Meu Deus.Fui atingida pela Flor!
Era como se ao piscar, lançasse uma magia, que ao chegar em mim, explodia e se transformava em borboletas; borboletas que não voavam há muito tempo, recém nascidas e correspondidas.
Ai eu virei Beija só pra poder beijar a flor.
Toda essa nuance, só podia vir do circo.E se não fosse palhaçada, não haveria magia.E se não fosse mágico, não seria tão feliz o meu momento.
Me arrancou sorrisos sinceros, coisa rara nos ultimos tempos.E até fez tipo também, olhou pros outros e continuou espalhando sua luz perfumada:você ensaiou pra ser bonita.
Desculpe a obsecancia, bato minhas asas muito rapido para poder me aproximar e tentar ter certeza se olhavas para mim.Nada foi respondido.
Era um estado de encantamento.Louco, impreciso, nem sabia se tudo aquilo fazia mesmo parte do show, ou se fazia parte da sua vida de flor.
Voei, dei algumas cambalhotas, fiz malabares com meu coração.
Depois voltei a ser gente.Mas não esqueci.Flor latina, tridecenária, cor azul e nuances amarela e branca.
Não quero só ser beija-flor, quero saber que flor estou beijando.Já me prendi por perfumes pouco saudaveis.
Depois de tanta cara feia pra vida, eu tava passando sem esperança, por um oasis carioca no meio da avenida brasil.Quem é conhecedor, sabe que lá tem um castelo e alguma diversidade de plantas.
Bem, eis que vejo a Flor.
Parei o meu trabalho para contemplá-la:tão linda, tão encantadora.Como eu havia te deixado passar da primeira vez?Não tinha reparado sua presença no canteiro.
Você se abriu, colorida e festejante.A música tocava e eu ficava cada vez mais envolvida, não parei de prestar atenção.Tentei fazer tipo e olhar para os outros, tão coloridos e viventes seres que lhe cercavam, mas nenhum era tão magnético quanto você.
Mesmo com a luz nos seus olhos, acho que me viu também ou seria pretensão minha? Não sei.
Parecíamos trocar esse olhar incessantemente, isso me extasiava.Até que você sutilmente piscou.
Meu Deus.Fui atingida pela Flor!
Era como se ao piscar, lançasse uma magia, que ao chegar em mim, explodia e se transformava em borboletas; borboletas que não voavam há muito tempo, recém nascidas e correspondidas.
Ai eu virei Beija só pra poder beijar a flor.
Toda essa nuance, só podia vir do circo.E se não fosse palhaçada, não haveria magia.E se não fosse mágico, não seria tão feliz o meu momento.
Me arrancou sorrisos sinceros, coisa rara nos ultimos tempos.E até fez tipo também, olhou pros outros e continuou espalhando sua luz perfumada:você ensaiou pra ser bonita.
Desculpe a obsecancia, bato minhas asas muito rapido para poder me aproximar e tentar ter certeza se olhavas para mim.Nada foi respondido.
Era um estado de encantamento.Louco, impreciso, nem sabia se tudo aquilo fazia mesmo parte do show, ou se fazia parte da sua vida de flor.
Voei, dei algumas cambalhotas, fiz malabares com meu coração.
Depois voltei a ser gente.Mas não esqueci.Flor latina, tridecenária, cor azul e nuances amarela e branca.
Não quero só ser beija-flor, quero saber que flor estou beijando.Já me prendi por perfumes pouco saudaveis.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Epifania.
"Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro"
Até quando? - Gabriel Pensador
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